Faz mais de 20 anos que olho pra carreira — a minha, a das pessoas que liderei e a de tanta gente que hoje me procura. E o que eu vejo é quase sempre a mesma cena: gente talentosa esperando alguém dar permissão pra crescer. Essa mentoria é pra quem cansou de esperar.
Logo na empresa júnior da faculdade, ainda cedo demais pra saber qual seria o meu caminho, já quis conquistar o meu espaço, construir algo, fazer acontecer. Fui a segunda mulher na história da faculdade a assumir a presidência da empresa júnior. Foi aí que aprendi uma lição que carrego até hoje: ambição não precisa pedir licença.
Quebrei tetos invisíveis sem fazer alarde. Ocupei espaços onde poucas mulheres tinham chegado. Em algum momento, achei que o próximo degrau seria a vida acadêmica e fui fazer mestrado fora do país. Foi durante essa experiência, dizendo sim a quase toda oportunidade que aparecia no caminho, que entendi onde o meu jogo acontecia de verdade: com pessoas, não com teorias; com movimento, não com isolamento.
De volta, entrei no corporativo com uma pergunta simples que ninguém sabia responder: qual é o caminho pra crescer aqui dentro? Fui atrás da resposta. Descobri os códigos invisíveis que separam quem chega de quem fica. E, em vez de guardar, comecei a traduzir — primeiro pra quem estava perto, depois pra qualquer pessoa disposta a escutar.
Foi aí que a minha carreira parou de ser só minha. Virou ponte. Hoje, depois de anos fora do mundo corporativo, continuo fazendo o mesmo trabalho essencial: ajudar as pessoas a terem responsabilidade radical sobre as próprias carreiras. Porque, pra quem se dispõe a olhar pra dentro e pra fora ao mesmo tempo, tudo é possível. Só precisa saber por onde começar.
Vi gente demais pular etapas — tentar TER antes de saber quem É, correr atrás de FAZER sem direção. Por isso estruturei a mentoria em três pilares que só funcionam juntos e nessa ordem. Ao longo dos 10 encontros, esses três pilares se cruzam com os 9 Elementos da Carreira — e o que começa como autoconhecimento termina como caminho novo.
Se você sabe quem é, sabe seus talentos, sua agilidade de aprender, suas ambições e onde quer chegar — tudo muda. A maioria pula essa parte e já vai pro "o que eu faço". Erro.
Depois que você sabe quem é, começa a fazer. Aqui entra o movimento real: a conversa difícil, o pedido de aumento, a mudança de área, a saída do emprego estagnado, o primeiro passo pra empreender.
Ter vem por último. Dinheiro, posição, reconhecimento, autonomia. Tudo isso é consequência — não é ponto de partida. Quem persegue o ter antes do ser, fica preso no que conquistou.
São as nove dimensões que a gente trabalha nos 10 encontros. Você sai da mentoria enxergando a sua carreira através delas — e usando cada uma como alavanca.
Experiências que aumentam a sua agilidade de aprendizado.
Onde você performa e vive melhor.
Quem impulsiona — ou limita — o seu crescimento profissional.
O que guia as suas decisões profissionais.
O seu conhecimento e a sua expertise.
O que te energiza além do seu papel profissional atual.
Ambiente que potencializa desempenho, engajamento e bem-estar.
O que crescimento significa pra você.
O seu nível ideal de desafio e recompensa.
Um assessment curto, construído com base em modelos validados de psicologia organizacional, pra te mostrar qual dos 4 perfis de carreira combina mais com você. Não é teste de personalidade, é mapeamento de traço profissional. Serve pra quem tá começando e pra quem já tem 20 anos de estrada.
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Quer ser referência no que faz — não chefe de ninguém. Cresce pela profundidade técnica, não por liderar pessoas.
Cresce liderando times e tomando decisões estratégicas. Tem energia pra fazer acontecer em ambientes complexos, com muita gente envolvida.
Quer ter o próprio negócio com pé no chão. Prefere expandir, comprar ou tocar algo que já existe a começar do zero. Busca crescimento com previsibilidade.
Enxerga oportunidade onde os outros veem problema. Topa a incerteza e gosta de criar do zero — mais do que de operar o que já está pronto.
Prefiro te dizer agora do que a gente começar e descobrir no meio do caminho. Abaixo, a minha parte da honestidade: dizer claramente pra quem essa mentoria é, e pra quem não é. A sua parte vem depois: reconhecer, com sinceridade, em qual das colunas você está.
Você sai com esperança renovada, expectativas, sonhos e um plano estratégico. Sabendo qual é o próximo movimento — e começando a fazê-lo.
Tomar as rédeas da própria carreira é o ponto de virada. A carreira não está na mão do chefe, nem da empresa. Está na sua. Você só precisa lembrar disso.
Já vi gente sair de empregos de 12, 15 anos na mesma posição. Mudar de empresa, mudar de segmento, colocar limite pro chefe, dizer o não que precisava dizer.
Tem quem queira virar consultor(a), coach, mentor(a). Tem quem queira abrir um negócio do zero. Tem quem comece tocando um plano B em paralelo, enquanto segue no emprego — construindo pelo lado sem abrir mão da estabilidade. O que eu faço é te colocar em condição de escolher o seu caminho.
Provocações, bastidores da mentoria, convites antes de saírem pro Instagram. É uma comunidade de gente que já entendeu que carreira é responsabilidade radical. Entrada gratuita, saída quando quiser.
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Conteúdo sobre carreira, liderança, desenvolvimento e a vida real de quem já viveu o corporativo por dentro. Se você gosta do jeito que eu falo aqui, vai gostar de me ver todo dia lá.
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Faça o Assessment. Descubra o seu traço em um dos 4 perfis. E vem: entra no grupo do WhatsApp, me segue no Instagram e faça parte. Esse é um movimento de quem parou de esperar permissão pra crescer.